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    <title>Juridiquês | Lucas Gelape</title>
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      <title>Juridiquês</title>
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      <title>Do juridiquês à linguagem simples: pela construção de uma documentação jurídica inteligente e acessível</title>
      <link>/blog/juridiques/</link>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>/blog/juridiques/</guid>
      <description>&lt;p&gt;Artigo publicado, em coautoria com a profa. Fabiana de Menezes Soares, na seção &amp;ldquo;Fábrica de Leis&amp;rdquo; do &lt;a href=&#34;https://www.estadao.com.br/opiniao/espaco-aberto/k-99-um-candidato-bom-para-os-cachorros/&#34; target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&gt;&lt;em&gt;Consultor Jurídico&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, em 31 de março de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trecho da introdução do texto:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Textos jurídicos são conhecidos por apresentarem dificuldades para quem os lê e uma profissão de fé ou perdição para quem os aplica. Os motivos para tanto podem ser vários, e permanece a dúvida de por que operadores do Direito insistem nesse tipo de redação. Neste artigo, apresentamos uma série de achados empíricos recentes, que buscam compreender porque textos jurídicos são difíceis. Adiantamos aos leitores que, infelizmente, as evidências preliminares indicam que a culpa é dos próprios operadores do Direito, que reincidem no juridiquês em vez de simplificar a linguagem usada em seus textos. Ao final, abordamos como estudar essas questões no Direito brasileiro.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
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      <title>Do juridiquês à linguagem simples: pela construção de uma documentação jurídica inteligente e acessível</title>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;p&gt;Artigo publicado, em coautoria com a profa. Fabiana de Menezes Soares, na seção &amp;ldquo;Fábrica de Leis&amp;rdquo; do &lt;a href=&#34;https://www.estadao.com.br/opiniao/espaco-aberto/k-99-um-candidato-bom-para-os-cachorros/&#34; target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;noopener&#34;&gt;&lt;em&gt;Consultor Jurídico&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, em 31 de março de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trecho da introdução do texto:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Textos jurídicos são conhecidos por apresentarem dificuldades para quem os lê e uma profissão de fé ou perdição para quem os aplica. Os motivos para tanto podem ser vários, e permanece a dúvida de por que operadores do Direito insistem nesse tipo de redação. Neste artigo, apresentamos uma série de achados empíricos recentes, que buscam compreender porque textos jurídicos são difíceis. Adiantamos aos leitores que, infelizmente, as evidências preliminares indicam que a culpa é dos próprios operadores do Direito, que reincidem no juridiquês em vez de simplificar a linguagem usada em seus textos. Ao final, abordamos como estudar essas questões no Direito brasileiro.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
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